quarta-feira, 25 de março de 2015

Poema (?) - Deixe... - Thiago Assoni


Deixa que digam, que pensem, que falem...

A vida é muito curta pra se importar com os outros,
talvez até com você mesmo.
Talvez.

O momento é este, é agora...
Ontem - esqueça.
Amanhã- quem pode saber?
O "daqui a pouco" não existe.
O momento é agora!

Viver é melhor que sonhar e eu sei que o Amor é uma coisa boa!

Por isso deixe...
Deixe que venha, que aconteça.
Que floresça, se é que é pra florescer...

Não perturbe ninguém com isso.
Não me perturbe.
Não SE perturbe.

Vai. Vai por mim...
Ou não vá.
Ninguém precisa ir.
A menos que queria.
Vai. Vai por mim.

Quero lhe contar de como eu vivi e tudo o que aconteceu comigo.
Mas quem quer ouvir?
Nem eu quero ouvir.
Pois o momento é este, aqui.
É o agora.

Por isso deixe que digam.
Pois ainda somos os mesmos.
E vamos viver.

domingo, 22 de março de 2015

Você ainda não viu? Confira!

Foi em Dezembro de 2012 - mais exatamente na noite do fim do mundo - que fiz a primeira noite de apresentação do meu filhote CRAZY MARY em uma Casa Noturna daqui de São Paulo, lá na Rua Augusta.



A Newz Club recebia, naquela ocasião, "A Noite Do Fim Do Mundo (21-12-2012)" com bandas covers de sons bem puxados para o Grunge - na maioria - e Pearl Jam estava entre elas. Foi mesmo uma noite de divulgação muito bacana!



Na época rolou até sorteio - mas já acabou, não tem mais.

E como o mundo não acabou em 2012 (aaaaaaaaaaaaaaaaah)...

Em Fevereiro de 2013, recebi o convite para uma tarde de autógrafos lá no Madame (ex-Satã, pois agora ela é uma senhora distinta. hehehehehe)


O convite foi feito pela própria Regina, que está sempre na Galeria do Rock, na Loja Profecias - onde o livro também ficou exposto e foi (muito bem) vendido. Por enquanto não tenho mais exemplares (nem na loja Profecias e nem mesmo comigo), mas logo terei novamente e farei alguns sorteios, algumas promoções...


Uma tarde deliciosa na companhia de queridos amigos, novos colegas e mesmo ganhando leitores também. Fomos todos agraciados com belíssimas apresentações de dança, duelo de esgrima e, claro, muita boa música!
O Madame é encantador e vale a pena conhecer!

E durante esses dois anos já participei de Coletâneas/antologias diversas (sendo três marcando presença com um conto em cada e duas fazendo parte da organização), venho trabalhando em alguns outros futuros livros (alguns já terminados, mas em processo de revisão e adaptações) e cada vez mais sei que quero manter a escrita apenas como um escape do mundo real. Afinal, como já disse Clarice Lispector certa vez, em 1977:

"Eu não sou uma profissional, eu só escrevo quando eu quero. Eu sou uma amadora e faço questão de continuar sendo amadora. Profissional é aquele que tem uma obrigação consigo mesmo de escrever. Ou então com o outro, em relação ao outro. Agora eu faço questão de não ser uma profissional para manter minha liberdade."



terça-feira, 17 de março de 2015

Viver o hoje.

Todos os dias, quando acordo, não tenho mais o tempo que passou...
(Renato Russo)



Um novo dia sempre trás consigo a possibilidade do "tudo novo".
O ontem já não importa mais e o amanhã ainda nem chegou pra se preocupar.
Preciso aprender a viver cada dia, pois cada um é único em sua essência e beleza impar.
Por essa razão, sou fascinado pela vida, assim mesmo, de jeitinho que ela é.
Vivendo essas besteiras que a gente vive, vendo que as mentiras que soam como verdades nos fazem melhor do que as verdades que soam como mentira.
Incrível como temos o dom de perceber que aquilo não vai dar certo, que estamos falando -e ouvindo - coisas que são ditas da boca pra fora e ainda nos apegamos à isso.
Amei?
Com certeza...
Hoje já não Amo mais?
Qualquer resposta será uma grande mentira.
E a chama que arde dentro de mim jamais hei de se apagar.
Por isso vou voltar a viver os dias, olhar pro alto, sentir o vento e os cheiros que com ele vem.

Fiquem com um lindo texto de Clarice Lispector que fala sobre isso, sobre:

Viver o hoje.

Nunca a vida foi tão actual como hoje: por um triz é o futuro.
Tempo para mim significa a desagregação da matéria. O apodrecimento do que é orgânico como se o tempo tivesse como um verme dentro de um fruto e fosse roubando a este fruto toda a sua polpa.
O tempo não existe. O que chamamos de tempo é o movimento de evolução das coisas, mas o tempo em si não existe. Ou existe imutável e nele nos transladamos. O tempo passa depressa demais e a vida é tão curta. Então — para que eu não seja engolido pela voracidade das horas e pelas novidades que fazem o tempo passar depressa — eu cultivo um certo tédio.
Degusto assim cada detestável minuto. E cultivo também o vazio silêncio da eternidade da espécie. Quero viver muitos minutos num só minuto. Quero me multiplicar para poder abranger até áreas desérticas que dão a idéia de imobilidade eterna.
Na eternidade não existe o tempo. Noite e dia são contrários porque são o tempo e o tempo não se divide.
De agora em diante o tempo vai ser sempre atual. Hoje é hoje. Espanto-me ao mesmo tempo desconfiado por tanto me ser dado. E amanhã eu vou ter de novo um hoje. Há algo de dor e pungência em viver o hoje. O paroxismo da mais fina e extrema nota de violino insistente. Mas há o hábito e o hábito anestesia.

sábado, 14 de março de 2015

Limpeza...



Os dias passam, pessoas que eram importantes deixam de ser (e você também deixa de ser importante pra alguém), os gostos mudam, pensamentos deixam de ser aqueles de outrora...

Enfim, a mudança é a única coisa que nunca muda!
Ela é como um rio que flui: parecem as mesmas águas, mas muita coisa diferente já passou por ali, debaixo daquela ponte, por mais que ninguém note.

Hoje (sábado, 14/03/2015) resolvi fazer uma grande limpeza neste blog.
A ideia é tentar escrever mais, publicar mais coisas, textos que tenho guardado, pensamentos que tenho...
Por isso resolvi tirar coisas antigas que, atualmente, não tem mais sentido algum.

Claro que algumas coisas ficaram. Umas por terem sido bem comentadas, outras por eu ter grande carinho...
Todas com alguma razão, um motivo.
Mas, à partir de agora, se assim eu conseguir, quero postar coisas novas (ou que poucos conheçam). Pelo menos uma vez por semana, que seja...

Tentarei, mas não sei se ainda tenho o mesmo público de antes e se ainda existe algum interesse (meu e alheio) de ler o que tenho para dizer.
Veremos...

Que venha o novo.

O tempo...

Quanto tempo a gente perde querendo achar um tempo pra fazer alguma coisa?
Ah, quanto tempo a gente perde fazendo tempo...





A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa. 
Quando se vê, já são seis horas! 
Quando se vê, já é sexta-feira! 
Quando se vê, já é natal... 
Quando se vê, já terminou o ano... 


Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

Mário Quintana

segunda-feira, 9 de março de 2015

"Um alguém que nunca se foi" - Amazon

Olá pessoas, tudo bem com vocês?
Sinto falta dos comentários que via antes por aqui, viu?
Comentem! São todos bem vindos!

Bom, hoje vim comentar sobre minha publicação na Amazon:
"Um alguém que nunca se foi".



Antes de qualquer coisa, devo mencionar e explicar que trata-se de um trabalho completamente amador, que não recebeu nenhuma revisão e, como verão, não tem nenhum tipo de diagramação.
É um conto que cresceu e eu gosto muito, espero que vocês também acabem gostando!


Sinopse:
Um casal rocker meio bêbado ignora todas as estórias sobre um casarão assombrado e tenta se divertir, invadindo-no e profanando o ambiente um tanto sombrio. Mas eles encontram algo lá dentro: dois corpos em estado de decomposição à beira da escada.
Toni e Mara vêm a caminhonete ser levada por alguém misterioso e, agora, não têm como ir embora.
Eles chegaram até aquele lugar, mas não sabem se vão sair de lá... vivos.

Um trash clichê, cheio de suspense e muitas surpresas.
Qual é o seu maior medo?

Se interessar, você pode baixar na Amazon.
Segue link:

Depois me contem o que acharam, tá?